Ainda que existam modelos mais em conta no mercado, toca-discos de qualidade podem ser relativamente caros. Por isso, há quem pense em recuperar ou comprar uma vitrola usada. O que você pensa a respeito?

Na esperança de aproveitar a volta do vinil, há quem vasculhe a casa e recorra a parentes mais velhos em busca de um toca-discos que esteja sem uso. Há também quem passeie por lojas de eletrônicos usados em busca de uma vitrola vintage em bom estado.

Há vantagens e desvantagens em seguir qualquer um desses dois caminhos e é sobre isso o que falaremos neste post. Acompanhe!

A compra de usados e o universo dos toca-discos

Talvez, a explicação que surge mais rápido na mente de quem tenta justificar a compra de algo usado é o preço mais baixo. Para ajudar, acrescentamos a esse fator o da depreciação de um item novo.

Basicamente, tudo aquilo o que se torna usado perde valor. Se você comprou uma peça de roupa, se arrependeu, mas não pode ir à loja trocar, tem a opção de tentar vendê-la.

Para fazê-lo, ainda que a peça esteja com a etiqueta, é provável que você precise reduzir o preço em relação ao valor que pagou.

Com isso, há uma lógica que nos leva a crer que o produto novo gradativamente vai ter seu valor reduzido e, com isso, pode ser mais interessante comprar logo um produto usado.

Apesar desse raciocínio ser bastante válido, há um alerta que fazemos desde já: eletrônicos não são como roupas e a escolha entre um toca-discos novo e um toca-discos usado pode ser um pouco mais difícil.

A compra de um toca-discos ou vitrola usada

Para falar sobre a ideia de adquirir uma vitrola usada, voltemos ao exemplo daquela roupa que você comprou, mas acabou se arrependendo.

Quer você anuncie a peça em uma loja virtual como o enjoei.com.br, quer tenha como apresentá-la pessoalmente a quem se interessar a comprar, sabe que provavelmente vão querer saber a respeito da roupa.

Pode ser que lhe perguntem sobre o motivo da venda, peçam para ver fotos ou manusear a peça em busca de manchas, furos ou outros defeitos e, quando possível, até experimentem para saber se cai bem.

A verdade é que buscar o máximo de informações possíveis é o melhor a se fazer quando decidimos comprar um produto usado. Então, para comprar seu toca-discos ou vitrola retrô de segunda mão, é fundamental que você faça o mesmo.

Quando vale a pena comprar o aparelho usado

É certo que roupas de grife ou de marcas famosas podem ser caras até quando usadas, mas investir em um toca-discos ou vitrola é algo que tende a demandar um pouco mais de atenção no processo de decisão.

Para facilitar, vale comprar um aparelho usado quando você realmente não quer ou não pode comprar um novo ― que vem com garantia ― desde que:

  • você conheça a procedência da vitrola ou tenha alguma forma de assegurar seu dinheiro de volta caso o aparelho não funcione;
  • tenha a possibilidade de testar o aparelho antes de concluir a compra;
  • consiga avaliar o estado da vitrola, tendo em mente que aparelhos antigos podem estragar e precisar de reparos que vão demandar um novo investimento de sua parte.

Com isso, é fácil entender quando não vale a pena comprar uma vitrola usada, certo?

Se você não sabe a procedência e não tem como conseguir algum tipo de garantia que não faça você “jogar dinheiro fora”, é melhor passar e buscar outra oportunidade.

A recuperação de um toca-discos ou vitrola vintage

Como você deve saber, todo aparelho a ser recuperado é um aparelho que já foi usado.

A diferença é que, neste caso, o toca-discos ou vitrola não está funcionando quando chega a você e você sabe que vai precisar enviá-lo para algum tipo de conserto.

Se o aparelho a ser recuperado já pertence a você ou foi doado por alguém, a situação é mais simples. Se, por outro lado, você pretende comprar um aparelho para recuperá-lo, tente combinar de levá-lo a um especialista para saber se o conserto é possível antes de fechar a compra.

Em todo caso, reúna informações sobre essa recuperação para tomar uma decisão segura a respeito.

Quando vale a pena recuperar o aparelho

Começar a recuperação de um toca-discos ou de uma vitrola vitrola sem analisar o cenário antes pode ser um verdadeiro desperdício de dinheiro.

Com isso, vale a pena apostar nessa alternativa quando:

  • descobre que há peças nacionais para substituir peças com defeito;
  • você não se importa em não ter um aparelho totalmente original caso não encontre peças com essa garantia;
  • encontra uma pessoa capacitada para fazer a recuperação do aparelho, tendo em vista que nem todos os técnicos são capazes de lidar com todas as tecnologias de toca-discos e vitrolas;
  • você queira muito ter um aparelho antigo e restaurado ao invés de comprar um novo;
  • tem certeza de que investir na recuperação é financeiramente mais vantajoso do que comprar um aparelho novo.

Como você deve ter notado, a ideia de recuperar um toca-discos ou vitrola tem mais “poréns” do que a de comprar um desses aparelhos usados.

Então, a dica é avaliar com atenção todas as suas possibilidades: comprar algo de segunda mão, pagar por uma recuperação ou investir em um aparelho novo.

Uma alternativa aos usados ou aos recuperados

No fim das contas, pode ser que sua busca por um bom toca-discos usados demore e que o investimento para recuperar uma vitrola usada seja mais caro do que o que você pode pagar.

É certo que se você quiser muito um aparelho que foi produzido décadas atrás, seja pelo motivo que for, pode seguir procurando e se planejar financeiramente para realizar esse sonho.

Por outro lado, caso você decida ceder e comprar algo novo, saiba que existem bons toca-discos com bom custo-benefício, como é o caso da ObaRetrô.

Como dissemos ainda no início deste post, as melhores opções do mercado não são baratinhas. E, em nome da conservação de seus discos de vinil, talvez nem convenha comprar uma vitrola consideravelmente mais em conta.

Assim, uma alternativa a você é buscar por toca-discos modernos simples ou por aparelhos que imitam o design antigo, mas contam com tecnologia nova.

Quer uma ajudinha? Confira nosso post sobre as melhores vitrolas do mercado, avalie valores e defina qual caminho quer seguir!

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