Após mais de um ano da pandemia da Covid-19, desafios e eventuais soluções passaram a estar presentes em nosso dia a dia. Por exemplo? A necessidade de buscar atendimento médico e a telemedicina.

O que você sabe sobre o assunto? Você já esteve em uma consulta virtual com um  profissional de saúde? 

Neste post, a Obabox vai te contar um pouco mais sobre como a telemedicina funciona, como tem sido aplicada no Brasil e quais suas vantagens. Esperamos que goste da leitura!

O que é telemedicina?

A telemedicina é um recurso que possibilita que os atendimentos de saúde sejam feitos sem que exista contato físico entre médicos e pacientes.

Em outras palavras, falamos de um atendimento médico remoto que pode ser realizado por telefone, chat ou chamada de vídeo. Algo que nos leva à teleconsulta.

Estima-se que apenas 25% dos brasileiros tenham acesso a planos de saúde. Com isso, o SUS tende a sofrer uma sobrecarga, sobretudo em tempos de pandemia.

A telemedicina é mais acessível, inclusive do ponto de vista financeiro. Por essa razão, contribui para que mais pessoas tenham o atendimento médico que precisam, minimizando o congestionamento do sistema público de saúde.

É claro que a telemedicina tem limitações e só se aplica a casos em que a interação presencial entre profissional e paciente não é necessária para a  prevenção, diagnóstico, monitoramento e tratamento de doenças.

Em todo caso, vale saber que a telemedicina possibilita muitas consultas de rotina, avaliação de exames, consultas para a prescrição de medicamentos, emissão de atestados e outros.

A telemedicina não é algo recente

E engana-se quem acha que a telemedicina chegou apenas no pico da pandemia.

A prática já era feita, mas havia aderência apenas de algumas áreas, como é o caso das áreas de pesquisa e comunicação entre profissionais da área.

Vale mencionar que a teleconsulta era mais restrita por determinação do Conselho Federal de Medicina (CFM), algo que mudou em razão da pandemia e suas demandas de saúde.

Além disso, empresas com modelo startup vêm se consolidando em trabalhar com a telemedicina, ainda que não sejam as únicas.

Em Belo Horizonte, por exemplo, existe a iMedicina que ofereceu uma plataforma com o módulo de telemedicina gratuita para todos os médicos. 

Para além das startups

A melhor forma de descobrir quais instituições já adotaram a telemedicina é buscando por essa informação nos canais oficiais.

Clínicas, hospitais, convênios de saúde e profissionais da medicina podem ou não ter acatado a permissão do CFM para essa prática. Além do mais, regras específicas podem estar em voga.

Há convênios que permitem o agendamento de uma teleconsulta por beneficiários com suspeita de Covid. Um médico disponível estará na chamada no dia e a hora marcados para uma conversa e orientações.

A telemedicina e a quebra de paradigmas

Dados apontam que a telemedicina pode ajudar a resolver 95% dos problemas de saúde da população. Excelente, não acha?

Acontece que, ao menos antes da pandemia, esse tipo de atendimento era alvo de polêmicas. Há uma corrente de profissionais da área médica que defendem que o diagnóstico feito a distância pode não ser suficientemente assertivo.

Entretanto, foi reconhecido que a prática não é duvidosa e é essencial em momentos de pandemia, evitando aglomerações em hospitais.

Ainda, pode ser que em um cenário pós-pandêmico a compreensão dos benefícios da telemedicina esteja tão mais clara que a prática passe a ser mais aceita, reunindo mais adeptos da medicina e da população em geral.

Pandemia e telemedicina pelo mundo

A quebra de paradigmas se ancora no avanço da tecnologia na medicina e, claro, no contexto que a pandemia da Covid-19 apresentou ao mundo com a necessidade do distanciamento físico.

No Brasil, a princípio, o CFM regularizou a prática da telemedicina para o atendimento geral apenas durante a pandemia, por meio de uma Medida Provisória. Mas isso pode mudar.

Vejamos algumas informações sobre esse tipo de atendimento mundo afora:

  • Estados Unidos ― a prática já é regulamentada e comum para muitas regiões, o que permitiu que aglomerações não fossem frequentes dentro de clínicas e hospitais;
  • Itália ― diversas empresas de telesserviço também ofereceram, de forma gratuita, plataformas de consulta para que a telemedicina ocorra, diminuindo o contato entre paciente e médico;
  • China ― o país tem a telemedicina como algo comum em seus hospitais desde 2015, mas a prática também se popularizou da noite para o dia com a pandemia.
    • Hospitais que antes registravam cerca de zero atendimentos nas plataformas online, passaram a encontrar um tráfego de cinco mil consultas em semanas.
    • Isso reafirma que a telemedicina tem o seu valor e também ajudou no combate do Covid-19 nos momentos mais delicados do alastramento da doença. 

Como dito antes, no Brasil não há previsão para que a prática de telemedicina continue no período pós-pandemia.

Mas não há como negar que o recurso vem atendendo cada vez mais pessoas e sendo útil para atender, principalmente, os mais necessitados com os mais variados tipos de enfermidades. 

Como funciona? O processo é confiável?

Como medida aprovada pelo governo, o processo é confiável. O maior desafio talvez fique pela confiança de cada pessoa que procura o serviço. Mas vale lembrar que o sigilo profissional na medicina continua sendo regra!

As consultas são feitas por ligação telefônica ou em ambiente virtual. Dependendo do centro médico, pode ter uma plataforma própria onde o paciente pode marcar a sua consulta, efetuar o pagamento, receber o atendimento e ainda o resultado de exames.

Os exames também podem ser encaminhados por e-mail. Além disso, o método de telemedicina é benéfico, principalmente para quem mora em regiões afastadas dos grandes centros.

Dessa maneira, além de facilitar que a pessoa tenha acesso ao atendimento de casa, utilizando apenas a internet pelo celular, tablet ou notebook, a pessoa também economiza tempo de deslocamento e dinheiro. 

Você viu nesse texto:

  • O recurso da telemedicina foi aprovado pelo Conselho Federal de Medicina durante o período da pandemia do Covid-19;
  • Tal recurso tem o objetivo de que o sistema de saúde público e particular continue atendendo pacientes e fornecendo tratamentos de forma virtual;
  • A telemedicina já existia no país, mas apenas para situações de pesquisa e comunicação entre profissionais de saúde;
  • Não há previsão para que a telemedicina continue depois da pandemia. Porém, muitos países já aplicam o recurso com sucesso, o que serviria de exemplo e modelo para o Brasil quanto ao avanço tecnológico da medicina;
  • A telemedicina não está sendo usada no Brasil apenas para diagnósticos ou acompanhamento de casos de Covid. Informe-se com seus médicos ou serviço de saúde.

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