Em nosso blog, temos um conteúdo sobre os riscos de deixar a poeira acumular. Entre eles, está a rinite alérgica, uma doença que afeta indivíduos de todas as idades. O que você sabe a respeito?

Dados da Sociedade Brasileira de Alergia e Imunopatologia indicam que, no Brasil, cerca de 26% das crianças sofrem com a rinite; 30% dos adolescentes e adultos também.

A princípio, a rinite alérgica pode causar mais incômodo do que preocupação, mas isso é o suficiente para que quem convive com o problema busque formas de evitá-lo. Continue a leitura para saber mais!

O que é rinite alérgica

A rinite alérgica é um processo inflamatório das mucosas do nariz que pode ser desencadeado por diferentes fatores, entre eles, estão os ácaros, fungos, pólen, fragrâncias, mudanças bruscas de temperatura, vírus, bactérias e outros.

É comum que a rinite seja um problema hereditário, ou seja, passado de pais para filhos. Entretanto, a doença pode se desenvolver sem que haja qualquer histórico familiar.

Ainda, é importante saber que a rinite alérgica não surge apenas na infância. Ao longo dos anos, nossos organismos podem desenvolver sensibilidade a algum fator que desencadeia a inflamação.

Os principais sintomas da rinite alérgica

Espirros, espirros e mais espirros. Quem tem rinite alérgica sabe que, durante a crise, a tendência é espirrar dia e noite porque essa é uma reação natural de nossos organismos — sobre a qual não temos controle — para tentar eliminar o agente causador da irritação da mucosa das narinas. Mas isso não é tudo.

A rinite tende a ser muito incômoda porque também provoca a obstrução nasal, dificultando a respiração, e a coriza. Com essa combinação de fatores, é como se o acometido pela doença estivesse constantemente gripado.

Quadros mais graves da doença podem levar a outras inflamações no organismo, como a sinusite e a otite. Além disso, podem provocar roncos que prejudicam a qualidade do sono do indivíduo.

Diagnóstico e tratamentos da rinite alérgica

Agora que você já sabe o que é rinite alérgica, podemos partir para a parte clínica, a começar pelo diagnóstico da doença.

Se você suspeita que tem rinite ou está procurando ajuda para alguém próximo, deve saber que os médicos mais indicados para diagnosticar o problema são:

  • Alergista;
  • Imunologista;
  • Otorrinolaringologista;
  • Clínico geral.

Como é de praxe em consultas, você vai precisar informar ao profissional sobre quando os sintomas começaram ou em quais épocas você mais manifesta o quadro alérgico. A rinite alérgica é mais comum no inverno, mas pode acontecer em outras épocas do ano.

O médico também vai perguntar sobre seu histórico de doenças, remédios em uso e sobre seu histórico familiar. Caso você já tenha realizado algum teste alérgico, vai ser bem útil compartilhar as informações sobre os resultados.

Esse teste, inclusive, pode ser solicitado pelo profissional em questão para tentar descobrir quais fatores desencadeiam a sua rinite alérgica e garantir que o tratamento seja o mais adequado possível.

A rinite alérgica tem tratamento farmacológico com medicamentos que combatem a alergia mais rapidamente. Outros, de longo prazo, que têm por objetivo melhorar a respiração nasal para evitar ou ao menos amenizar as crises.

Além disso, o médico pode indicar um tratamento que visa o fortalecimento do sistema imune. Uma opção mais comum para aqueles que sofrem com a rinite alérgica de forma recorrente.

A imunoterapia ― essa terapia de fortalecimento ― é comumente feita por meio de doses regulares de vacina antialérgica. Como resposta, o organismo tende a ter mais sucesso em se proteger de novos quadros da doença, reduzindo sua ocorrência.

Tratamento não medicamentoso

Depois de receber o diagnóstico e o tratamento inicial, a pessoa que sofre com rinite alérgica logo aprende que um de seus aliados contra a doença é o antialérgico.

Acontece que muitos desses medicamentos são vendidos sem a necessidade de prescrição médica e, para poupar tempo, há quem acabe se medicando por conta própria. Isso é comum, sobretudo no caso das pessoas que não passaram pela imunoterapia e seguem tendo crises recorrentes.

Como você sabe, a automedicação é um risco à saúde e também à eficácia do tratamento. A rinite alérgica se manifesta de formas diferentes entre as pessoas e também pode ter sintomas diferentes para a mesma pessoa, de uma crise para a outra. Por essa razão, a orientação médica é sempre importante.

Agora, se você quer agir por conta própria para combater a rinite alérgica, pode buscar opções de tratamento não medicamentoso. Entre elas está o DIFRA: Dispositivo Fototerápico para Rinite Alérgica que promove alívio dos sintomas e melhora a sua qualidade de vida.

Outras medidas contra a rinite alérgica

Por experiência própria ou com base na leitura deste texto, você já deve saber que os sintomas da rinite alérgica surgem após contato com algum agente irritante. Para tentar evitar esse contato, a higiene ambiental, ou seja, a limpeza da casa ou do escritório, é muito importante.

Nesse sentido, a principal ideia é evitar o acúmulo de poeira. Para tanto, vale investir na limpeza usando aspiradores de pó, como o Obaduster, ao invés de vassouras. Isso porque, varrer tende a jogar as partículas de poeira para o ar, apenas para que elas retornem lentamente para o ambiente pouco depois.

Vale também dedicar um tempinho para passar pano úmido no chão e nas superfícies porque esse tipo de limpeza também contribui para retirar o pó que pode irritar as mucosas nasais.

Além disso, se você está no grupo dos que têm alergia ao pólen, vale repensar a distribuição de plantas pela casa ou local de trabalho, considerando aquelas que não são estão relacionadas à sua rinite alérgica.

Outro exemplo de questão que deve ser avaliada é a irritabilidade provocada por fragrâncias. Você certamente não pode controlar o perfume que as outras pessoas utilizam, mas pode escolher para si os mais suaves ou sequer usá-los.

É válido lembrar também que até aromatizadores de ambiente e produtos de limpeza com “cheiro” podem desencadear a rinite alérgica. A princípio, pode ser trabalhoso dar atenção a tudo isso, mas evitar o desconforto da doença vale a pena!

Este post foi útil? Aproveite para conhecer mais sobre o DIFRA: seu tratamento contra a rinite sem medicamentos!

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