Existe uma discussão eterna entre os amantes da música de que “a música da geração passada” é melhor que a atual. Como se a música pertencesse a uma década em particular. E o mais novo embate é que ouvir disco de vinil é muito melhor que ouvir cds e mp3.

Para os mais novos, vinil, LP e bolachão são coisas de gente idosa. Vitrola é um objeto obsoleto. A gente até contou a histórias deles por aqui, a história dos discos de vinil está neste link e a história dos toca-discos, neste outro. Mas, a melhor forma de acabar com esses debates infundados é ter um ObaVintage em casa!

Quer saber o porquê? 

ObaVintage: a vitrola retrô ideal para casa

Antes de entrarmos no básico de qualquer toca-discos, precisamos ressaltar um aspecto muito bacana – e diferenciado nos dias de hoje – do ObaVintage, que é o seu design. 

O que temos hoje, são produtos robustos ou minimalistas, com detalhes modernos (o que, anos atrás, referimos como futuristas) e padronizados. Por mais que existam diversas marcas, os produtos sempre têm “a mesma cara”. 

Quantas vezes, não nos deparamos com um quarto todo planejado, com cores combinando e, em um canto, um objeto destoante, com cores mortas ou parecendo uma grande caixa?

Com o ObaVintage, isso não será um problema. O design foi todo pensado nas vitrolas antigas, com um quê de retrô e clássico. Além de um toca-disco, estamos falando sobre uma peça decorativa super descolada, afinal, está na moda ser vintage e isso está até no nome. 

A magia dos discos de vinil de volta

Ouvir música, até alguns anos atrás, envolvia todo um processo, quase um ritual de iniciação musical. Não tinha essa simplicidade de “somente dar o play”. Ter uma vitrola e uma coleção (por menor que fosse) de vinil era o sonho dos amantes da música.

Primeiro, falemos dos discos em si. Os bolachões eram enormes e frágeis, exigia-se um certo cuidado para manusear, um pequeno arranhão, poderia significar a inutilização de um disco inteiro. As capas, também enormes, permitiam a criatividade para cada obra de arte estampada, não eram apenas “porta-disco”.

Os encartes eram também artes. Além das letras e informações técnicas, alguns traziam fotos e diversas artes gráficas para se apreciar enquanto a música rolava na vitrola. Com a ascensão dos compact discs, os famosos CDs, os encartes ainda eram um atrativo a parte, mas, como de se esperar, em proporções menores.

Um outro aspecto saudosista, que tem fortalecido essa volta do vinil diz muito a respeito do ritual de apreciação do vinil. Querendo ou não, a vitrola te “obriga” a escutar as faixas em ordem sequencial, o que facilita e muito curtir um disco por inteiro, faixa a faixa. E aí, vinha algo mágico: virar o disco. Escutar o lado B. 

Imagina que você ganhou o mais novo disco da sua banda favorita. Você pode pegar o disco, sentir o cheirinho de disco novo, colocá-lo na sua vitrola e, enquanto escuta atentamente faixa por faixa, aprecia o encarte. E, quando a música para, você é agraciado com o lado B ainda.

A vitrola retrô completa

Como dizemos no início do texto, a gente não quer provar que ouvir vinil seja melhor que ouvir cds ou via celular. A solução para isso é o ObaVintage, que além de proporcionar a experiência com os discos, permite você escutar suas músicas nos mais diversos formatos.

A gente falou, até agora, sobre os discos dos artistas, mas, bem antes da internet, para que uma banda ou cantor conseguisse notoriedade, ele precisava fazer sucesso nas rádios. E quanto mais popular ele se tornasse, obviamente, mais discos eram vendidos. Por isso, o rádio sempre foi palco das maiores estrelas da música

As FMs eram termômetros da popularidade dos artistas e com a enorme variedade de estilos musicais, as rádios proliferaram, abrindo novos espaços para os músicos, dos mais diversos estilos. Por isso, todo mundo tem uma estação de rádio favorita, aquela que toca mais músicas do seu agrado. 

A importância do rádio para artistas e público é imensurável, por isso o ObaVintage tem, também, rádio FM, para que você continue a buscar novidades curtindo uma seleção musical de qualidade.

Rebobine quando terminar: fita cassete

Os nostálgicos dos discos também irão se lembrar das fitas cassetes. As fitas não eram, necessariamente, uma alternativa ao vinil. Alguns acreditavam que as fitas eram como mídias mais baratas, com gravação inferior ao vinil, que serviam para quem não poderia arcar com os gastos de um toca-discos e bancar uma coleção de vinil.

Ledo engano!

As fitas cassetes também tinham produções profissionais, assim como os discos de vinil, e eram lançadas como material oficial de divulgação dos artistas. O que também refletia nos valores de mercado, não obrigatoriamente uma fita cassete era barata, ela tinha seu valor condizente com a produção.

Mas, vamos ao que interessa. As fitas também marcaram lugar no imaginário dos amantes da música pelos mesmos motivos do vinil: o ritual de apreciação. Primeiro, o contato físico com a mídia, poder pegar uma fita e observar a sua caixinha e encarte. O som analógico, que – segundo entusiastas – soa mais real que o digital. 

Além disso, a fita obrigava ainda mais o ouvinte apreciar faixa por faixa. Encontrar o início ou fim de uma determinada música era muito mais complicado do que no vinil. A gente era obrigado a avançar e rebobinar a fita a cada tentativa. Ah! E assim como o disco de vinil, as fitas cassetes tinham o encanto de se virar o lado, para ouvir o lado B.

Entre o antigo e moderno: cd player

O vinil foi dado como morto – e ‘ressuscitou’, voltando aos poucos. Agora, muitos dizem que o CD também está caindo no ostracismo, por mais que a indústria ainda lance milhares de novos discos e os artistas e suas gravadoras não parem. Dificilmente, veremos um esquecimento do cd, tão grande como foi com os discos.

Apesar que muitos já estejam na modernidade – vide próximo subtítulo – ainda há aqueles que colecionem os cds, sucessores do vinil. E com essa onda de voltar ao passado e resgate do vinil, muito provavelmente acenderá novamente o embate de qual melhor formato para se ouvir música e o consumo das mídias antigas, muito provavelmente, aumentará.

Mas, enquanto o cd não cai no esquecimento ou se restabeleça na preferência dos ouvintes, o ObaVintage continua sendo a melhor opção, pois ele também reproduz os seus cds.

Modernidade e retrô: conexão bluetooth

O ObaVintage foi desenvolvido para resgatar os tempos áureos da música e dos vinis, mas, a gente sabe que música foi feita para curtir também com os amigos. Enquanto alguns preferem a “tecnologia antiga” das vitrolas, os mais novos, nascidos em meio à era digital, não fazem a mínima ideia de como lidar com um toca-disco.

Já há alguns anos, vivemos um consumo de mídia em formatos digitais. Não só a música, mas os vídeos também estão sendo assistidos de inúmeras formas – já abandonamos as fitas VHS e caminhamos para o mesmo rumo com os dvds e blu-rays. Percebemos que já não há mais a necessidade de um objeto físico para a reprodução de vídeos e músicas.

Como, então, agradar analógicos e digitais? O ObaVintage, além de vinil, rádio FM e cd, reproduz as músicas que estão no celular, nos aplicativos de música, tudo via bluetooth. Basta conectar o celular ao ObaVintage. Pronto! Todos podem curtir e compartilhar as suas músicas favoritas.

Ah! E como temos dito, já que música boa é para se compartilhar, sabe aquele seu amigo que adorou um disco, mas ainda não tem um toca-disco? Com o ObaVintage você pode transformar seu vinil ou cd em arquivo de mp3, com o conversor integrado.

O ObaVintage é o toca-disco mais completo do mercado e você não pode perder a chance de ter a sua vitrola. Tenha de volta os bons tempos da música e compartilhe com os amigos a melhor experiência musical.

Compre já o seu, no nosso site, e desfrute do melhor som!

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