O Alzheimer é uma doença que acomete pessoas do mundo todo. Sem causa diagnosticada, a doença é um mistério para muitos médicos que ainda tentam descobrir os melhores tratamentos e como diminuir o avanços em adultos e idosos. 

Por isso, para esclarecer ainda mais sobre esse mal, resolvemos trazer nesse texto todas as informações que você precisa saber para poder ficar bem informado e saber como agir em caso de diagnóstico. 

Esperamos que você tenha uma boa leitura!

O que é o Mal de Alzheimer?

Caracterizado como transtorno neurodegenerativo progressivo, podendo chegar a morte, se manifesta por meio da deterioração cognitiva e também da memória, o que leva ao comprometimento de atividades de vida cotidiana e a uma variedade de outros sintomas neuropsiquiátricos, além de de alterações no comportamento.

A doença passa a se instalar quando o processamento de proteínas específicas no sistema nervoso central começa a não funcionar bem. Então, fragmentos e proteínas passam a surgir dentro do neurônios e em espaços que existe entre um e outro. 

Por conta disso, os neurônios começar a falhar, trazendo problemas ao hipocampo, região que controla as memórias, além do córtex cerebral, responsável pelo raciocínio, pensamentos abstratos, estímulos sensoriais e linguagem. 

Alguns centros que são referência em território nacional oferecem alguns tratamentos gratuitos para pacientes que sejam diagnosticados com a doença.

Além disso, existem alguns medicamentos que são responsáveis por retardar os avanços do Alzheimer. 

Sintomas do Alzheimer

O sintoma mais característico da doença do Mal de Alzheimer é a perda de memória recente. Com o avanço da doença, outros sintomas mais graves como, a perda de memória remota (a de fatos do passado), a irritabilidade, falhas na linguagem e a dificuldade de se orientar no espaço e no tempo vão aparecendo.

Os principais sintomas e sinais do Mal de Alzheimer são:

  1. Repetição de perguntas muitas vezes e em curto espaço de tempo;
  2. Falta de memória para acontecimentos que foram recentes;
  3. Falta de capacidade de elaboração de estratégias para resolver questões;
  4. Dificuldade para acompanhar conversas ou pensamentos complexos;
  5. Dificuldade para dirigir, mesmo que em locais conhecidos;
  6. Dificuldade para encontrar palavras que expressem sentimentos ou ideias;
  7. Irritabilidade;
  8. Suspeitar sem motivos;
  9. Passividade;
  10. Agressividade;
  11. Interpretações erradas de informações visuais ou auditivas;
  12. Vontade de se isolar.

Os estágios da doença

Para reconhecer a doença é preciso ter muita atenção, pois nem sempre é possível identificar quando o Alzheimer está em sua fase inicial. Acompanhe abaixo um dos sintomas sobre cada fase da patologia:

Estágio inicial

  1. Problemas na fala;
  2. Esquecer do que acabou de acontecer;
  3. Perder a noção do dia e do tempo;
  4. Dificuldade para decidir;
  5. Se perder em locais conhecidos;
  6. Falta de motivação;
  7. Mudanças de humor, que podem acarretar ansiedade e depressão;
  8. Agressividade injustificada;
  9. Perder interesse por coisas que a pessoa gosta;
  10. Perguntar e responder repetidamente;
  11. Começar a esquecer os nomes de pessoas da família e de objetos de casa.

Estágio intermediário

  1. Limitações em tarefas cotidianas;
  2. Piora da perda da memória recente e a longo prazo;
  3. Problemas com a solidão;
  4. Dependência de outra pessoa para conseguir fazer suas tarefas diárias;
  5. Dificuldade para a higiene pessoal;
  6. Dificuldade na fala;
  7. Começa a se perder com facilidade dentro e fora de casa;
  8. Alucinações.

Estágio avançado

  1. Resistência para fazer tarefas;
  2. Dificuldade para se alimentar;
  3. Dificuldade para se comunicar;
  4. Precisa de ajuda para locomoção;
  5. Incontinência urinária e fecal;
  6. Comportamento inapropriado;
  7. Dor ao engolir;
  8. Infecções frequentes.

Possíveis causas

O Alzheimer não tem causa específica detectada pelos médicos, porém as informações que foram descobertas até o momento é de que a doença pode afetar mais mulheres do que homens. 

Alguns médicos explicam que isso acontece, porque a expectativa de vida em mulheres é maior, e o fator pode desencadear menos resistência do organismo para casos da doença. 

Além disso, o Alzheimer pode ter um início prematuro entre os 40 e 50 anos.Já os casos que são diagnosticados após os 65 anos são considerados como início tardio. Conforme se passam os anos, o percentual de pessoas que adquirem a doença tende a aumentar. 

Histórico familiar de Alzheimer também pode ter correlação com uma pessoa ter a doença. Baixo nível de uso cerebral, não exercendo atividades intelectuais, também pode contribuir para o aparecimento do mal. 

Outros fatores podem contribuir de forma integral para o surgimento da doença. Alguns deles são: traumatismo craniano, hipertensão, obesidade, depressão, falta de exercícios físicos, fumo ou convívio com fumantes, diabetes tipo 2 sem tratamento, não consumir frutas e verduras e índice de colesterol elevado. 

Quais são os tratamentos?

Pessoas diagnosticadas com Alzheimer devem receber cuidados em tempo integral. Enfermeiras, cuidadores, profissionais com especialização na doença, além do carinho e acolhimento da família são essenciais para acompanhar quem está com Alzheimer. 

Para os casos da doença, é indicado procurar centros médicos, clínicas e hospitais que são referência no assunto, pois os cuidados exigem extrema atenção e zelo, a fim de garantir a qualidade dos pacientes. 

A terapia e exercícios diários também são excelentes para ajudar que o paciente leve uma vida saudável e feliz. Também é necessário compreensão e entendimento dos estágios da doença, pois a perda da memória pode ser um dos fatores de maior impacto entre a família e a pessoa diagnosticada. 

Medicamentos como Galantamina, Memantina, Donepezila e Rivastigmina são essenciais para minimizar os distúrbios gerados pelo Alzheimer. Porém, apenas uma equipe médica especializada pode prescrevê-los.

Esses medicamentos ajudarão, principalmente a estabelecer a estabilidade do comportamento, de atividades cotidianas, diminuindo o comprometimento cognitivo

Os remédios estão disponíveis em unidades de saúde por todo o Brasil e precisam de receita médica para que sejam resgatados. 

Mais sobre saúde e bem estar

A desidratação pode ocasionar diversos males na saúde, além de causar transtornos na vida cotidiana de uma pessoa. 

Muitas vezes há dificuldade para que uma pessoa saiba que está desidratada, fazendo com o que o estágio de desidratação avance, acarretando consequências mais graves, principalmente em pessoas de mais idade. 

Então, para que você saiba ainda mais sobre esse assunto, indicamos a leitura do nosso texto Beba água! Cuidados com a desidratação na terceira idade para que se informe sobre esse tema. 

Esperamos que goste da leitura!

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