A perda involuntária de urina, conhecida como incontinência urinária é um quadro que afeta cerca de 10% dos brasileiros. E engana-se quem acha que o problema atinge apenas pessoas idosas. Também é possível que pessoas de menos idade também apresentem a situação. 

Muitas vezes pode passar despercebido, mas pode ser necessário atenção.

E é por isso que a ObaBox traz mais esse tema para te ajudar a entender quando a incontinência pode ser o sinal de que algo precisa ser observado no seu organismo. 

Esperamos que goste da leitura!

O que é a incontinência urinária

A incontinência é caracterizada como a perda súbita de urina de maneira involuntária pela uretra. Esse quadro também pode abarcar situações onde há escapes pequenos diários, mas que não sejam grandes perdas de urina. 

É comum que algumas pessoas achem que é normal ter esses escapes, pois não se caracterizam como perdas incontroláveis de urina.

Porém, o quadro também é considerado como incontinência urinária e deve ser investigado para entender a razão do mal funcionamento da bexiga. 

Cerca de 5% da população mundial apresenta algum nível de incontinência urinária. O quadro acaba passando despercebido, mas não deveria.

Afinal, não é comum que uma pessoa ao sair de casa, por exemplo, tenha que ir ao banheiro de tempos em tempos para urinar. A situação não é comum. 

Essa condição pode ser encontrada em ambos os sexos, feminino e masculino, mas as mulheres costumam demonstrar uma taxa maior de incontinência. Esse quadro pode aumentar quando estão acima dos 50 anos. 

Por sua vez, os homens podem chegar a realizar cirurgia para a retirada da próstata. Com isso, pode haver a diminuição da contração do músculo pélvico, ocasionando a incontinência urinária com o passar dos anos. 

Sintomas da incontinência

Cerca de 10 milhões de brasileiro apresentam a incontinência urinária, segundo dados da Organização Mundial da Saúde, a OMS. Muitas vezes a incontinência pode representar apenas a ponta do iceberg de uma outra doença, como cálculo na vesícula, doenças neurológicas, ou até lesões da medula. 

Existem alguns tipos de incontinência urinária. Fique atento para saber como cada uma se manifesta e se pode representar o seu quadro e de um parente que esteja apresentando o fator:

  1. Incontinência mista: Pode acontecer quando é feito um esforço, sendo mais comum, ou quando há o senso de urgência para ir ao banheiro urinar.
  2. Incontinência urinária de urgência: Acontece por meio de uma vontade muito grande de urinar. A pessoa tenta chegar ao banheiro e muitas vezes não consegue e ocorre a perda de urina. O quadro pode acontecer pela bexiga estar cheia demais. 
  3. Incontinência urinária de esforço: A perda urinária acontece quando a pessoa faz algum esforço, como tossir, espirrar e até fazer uma atividade física.  

E aí? Como lidar?

Muita gente acaba se sentindo envergonhada por apresentar incontinência urinária. O constrangimento por urinar na roupa ou até acabar deixando escapar urina além do esperado pode fazer com que a pessoa se sinta mal, principalmente quem tem mais idade que se sente incapaz de lidar com o próprio corpo. 

A questão é que a incontinência não precisa ser um tabu. A mesma é um quadro do organismo que precisa ser avaliado. Muitas vezes há formas de impedir que a situação aconteça, por meio de exercícios para a pélvis, por exemplo. 

Além disso, adquirir hábitos saudáveis também pode ajudar e muito a evitar a incontinência urinária.

Controlar o peso corporal, evitar consumir líquidos a noite, consumir fibras, ir ao banheiro antes de sentir vontade, evitar a cafeína e fazer atividades físicas moderadas são apenas algumas medidas que podem ajudar a regular a incontinência. 

Em casos mais densos, a necessidade de tomar alguma medicação, terapias e até cirurgia podem ser indicadas pelo médico da área.

Por isso, é necessário investigar e se manter aberto para essa conversa tão importante para a sua saúde e qualidade de vida. 

Antes de fazer a sua consulta, se lembre:

Anote quanto tempo o quadro vem se desenvolvendo no seu organismo. Como você vem reagindo a incontinência. Além disso, como é a sua rotina do dia a dia, sua alimentação para que o médico possa reconhecer quais os fatores que podem ajudar a estimular o quadro. 

O médico pode solicitar alguns exames para o seu caso, um deles sendo o ultrassom pélvico. A cistocopia e a cistografia também podem ser indicados, dependendo do caso.

Se possível, leve um acompanhante com você para que se sinta mais confortável, vá ao banheiro antes de entrar na consulta e leve com você o seu histórico médico para avaliação.

Você viu nesse texto:

  • A incontinência urinária é mais comum do que se imagina. Muitas pessoas atribuem o quadro apenas à pessoas mais velhas, mas pessoas de diversas faixas etárias podem ser atingidas;
  • É necessário não ignorar e nem ter vergonha para falar sobre o assunto. Quanto antes houver o diagnóstico preciso, mais chances da pessoa entender o que está acontecendo com o seu organismo;
  • O quadro pode ser diagnosticado e receber o tratamento adequado para que a pessoa leve uma vida saudável e sem preocupações.

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Esperamos que goste das leituras!

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