Nestes dias em que o telefone se tornou, não só um objeto para fazer ligações, mas em um item onde podemos fazer várias coisas como conversar com alguém em tempo real, enviar um e-mail e acessar a internet, fica difícil em pensar que ele só funcionava dentro de casa conectado a uma tomada, não é mesmo? 

Mas esse tempo existiu!

Imagine que os telefones já funcionaram por manivelas que se conectavam às telefonistas que transferiam as ligações para quem desejávamos falar, ou que funcionavam com discos numerados, onde selecionávamos o número de quem queríamos entrar em contato. 

O fato é que o telefone se tornou algo imprescindível em nossa vida e se você, assim como o time da Obabox, não abre mão de uma boa história, vai curtir o post de hoje. 

Vamos contar a história deste importante meio de comunicação desde os primórdios até a evolução para os smartphones. Pegue um cafezinho e venha com a gente!

Afinal, qual a história do telefone? 

Tudo começou em meados da década de 1870. Faz muito tempo, né? É verdade! Mas naquela época existia o inventor e empresário escocês Alexander Graham Bell. Ele fez o primeiro registro de transmissão telefônica no dia 10 de março de 1876, por isso essa data foi a escolhida como o Dia do Telefone. 

Para cumprir esse objetivo, a história começa quando Graham Bell procura a oficina de Charles Willans, que ficava na cidade de Boston, onde também trabalhava Tomas A. Watson, profissional extremamente curioso que ficava entusiasmado com novas invenções e coisas novas. 

Alexander foi até a oficina para aperfeiçoar o seu “telégrafo harmônico”, aparelho que serviria para transmissão de código morse. A proposta de Bell era fazer com que a corrente elétrica variasse conforme a oscilação do ar na hora de transmitir o som, pois dessa forma ele acreditava ser possível emitir a palavra telegraficamente. 

Esse foi o insight que ele teve para atingir a sua meta e, após várias tentativas, ele conseguiu a façanha em 1876.

Nosso amigo Alexander, com sua incrível mente brilhante, fez parte de um grupo seleto de cientistas inventores do século XIX, que contribuíram muito nas áreas de eletricidade e eletromagnetismo, Tamanho conhecimento foi de suma importância para ele atingir tal protagonismo. 

Como o telefone chega ao Brasil? 

A invenção de Alexander Graham Bell foi apresentada na Exposição do Centenário da Independência dos Estados Unidos, que foi realizada no estado da Filadélfia, e advinha quem estava lá? Dom Pedro I, o então imperador do Brasil. Quando ele viu o telefone pela primeira vez, foi amor à primeira vista. 

A partir de então, não demorou muito para o imperador trazer a novidade para o Brasil e, em 1877, as primeiras linhas telefônicas foram instaladas no Palácio da Quinta da Boa Vista, fazendo a conexão com a casa dos ministros do seu governo. 

O Rio de Janeiro foi a segunda cidade do mundo a receber linhas telefônicas, logo depois de Chicago, nos Estados Unidos. Nesta época, as ligações eram operadas por telefonistas, que conectavam manualmente os usuários. 

A partir daí, foi questão de tempo para a novidade transcender os muros da cidade maravilhosa, chegando a São Paulo e Rio Grande do Sul, por meio de centrais telefônicas, que se tornaram ainda mais populares as ligações interestaduais. 

Passado o século XIX e a chegada dos primeiros anos do século XX, o telefone foi objeto de muito estudo. Por exemplo, lembram dos modelos com manivelas e discos numéricos que citamos anteriormente? Eles deram lugar a versões com teclados numéricos e, anos mais tarde, surgiram até os formatos de telefone sem fio que, de certa forma, foram um embrião para um novo marco na história telefônica, que abordaremos na sequência. Vem comigo!

A evolução para celulares e smartphones

Os primeiros celulares chegaram ao Brasil em 1990 e, mais uma vez, o Rio de Janeiro saiu na frente. Entretanto, o primeiro celular do mundo surgiu em 1983, graças aos esforços do americano Martin Cooper. Era o Motorola DynaTAC 8000X, aparelho que era maior que os telefones fixos sem fio. 

O modelo foi protagonista por sete anos, dando lugar ao Motorola PT-550, que tinha uma aba flip e foi o primeiro a chegar em solo brasileiro. Durante um bom tempo, os aparelhos ficavam restritos a fazer ligações até que em 1992, os celulares ganharam a possibilidade de também enviar mensagens de texto via SMS. 

Mais tarde, mais precisamente no final dos anos 90 e início dos anos 2000, a Nokia lança vários modelos no mercado, alguns inclusive com internet, Bluetooth e alguns jogos interativos. Os telefones eram pequenos e portáteis e super fáceis de carregar. 

Entretanto, o tamanho que era uma vantagem passou a ser uma dificuldade, por exemplo, para quem não enxergava bem, ou a tela reduzida prejudicava a visualização de fotos e outras informações, fatores que vão contra os padrões de design responsivos que conhecemos hoje.

Então é aqui que o nosso amigão Steve Jobs entra em cena em 2007, com o primeiro Iphone, que trazia a novidade da tela touchscreen, que permitia acessar as funcionalidades com simples toques na tela, eliminando a necessidade de botões físicos. 

Posteriormente, vieram as versões com dual chip, com possibilidade de ter mais de um número instalado no aparelho, as plataformas de streaming e entretenimento como Youtube, Spotify, Deezer, enfim, tudo isso na palma da mão, agregando várias funcionalidades e facilidades ao seus dia a dia, tornando a experiência com essa tecnologia cada vez mais espetacular. 

Conclusão

O post de hoje visa contar a história de um objeto, que não é mais uma simples ferramenta de comunicação, mas algo que não sabemos como imaginar a vida se ficarmos sem nos dias de hoje. 

Agora que você já sabe muito sobre essa trajetória do telefone, dá para imaginar até onde ele pode chegar? 

Difícil dizer, mas se a ideia é saber mais sobre essa história e as possibilidades que existem neste contexto, sugerimos a leitura do post “Você conhece a história dos celulares?”, que está no nosso blog.

Share:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *