Esta não é das perguntas mais fáceis de responder, porque existem alguns pontos de vista a serem levados em consideração. Por exemplo, se olharmos o lado do colecionador do disco de vinil, não há a menor dúvida, não é mesmo? Mas se pensarmos com a visão de quem é apaixonado por CD, teremos outra perspectiva. 

O fato é que são duas modalidades de áudio musical que entraram para a história e marcaram época. Isso quem é fã de um ou de outro vai concordar, certo? Mas pensamos que seria legal abordar as peculiaridades de cada um, enfatizando suas qualidades e porque eles ainda têm vários adeptos. 

Você também gostaria de saber mais sobre o assunto? É sobre isso que falaremos no post de hoje! 

Boa leitura!

Quais as vantagens e desvantagens do disco de vinil?

Começamos pelo que ele tem de melhor. Os discos de vinil são gravados em formato analógico, fazendo com que as ondas sonoras não se percam na gravação. Isso faz com que o registro e a reprodução não tenham diferença. 

Em função disso, os amantes do vinil sempre dizem que ele tem um som mais encorpado e deixa mais evidente os detalhes. Por ser um processo analógico, a equalização da gravação realmente faz com que os graves fiquem mais em evidência. 

Por outro lado, um ponto importante diz respeito as sonoridades. Geralmente, as músicas com notas mais baixas soam melhor, já que nas notas mais altas, a agulha não consegue reproduzir nitidamente, fato que prejudica a sonoridade das canções. 

Uma curiosidade é que, por ter grooves mais claros e limpos, os discos de vinil são os favoritos dos dj´s. 

Quais as vantagens e desvantagens do CD?

Uma diferença que deixa o CD em desvantagem sobre o disco de vinil diz respeito a codificação das frequências. 

Enquanto no bolachão esse processo ocorre em uma onda de áudio wave, o CD precisa de várias amostras de áudio para consolidar sua constância.  Por isso, o vinil tem um som grave que é inalcançável pelo CD. 

Entretanto, de uma forma geral essa frequência faz toda a diferença na hora da audição, pois ela deixa o som mais claro par o ouvido humano. 

MP3

Separamos um capítulo a parte para falar desta modalidade de áudio que consiste na captação de ondas sonoras para conversão de arquivos compactados em tamanhos menores. 

A qualidade da gravação vai sempre depender de como os arquivos são registrados. Dependendo de como for a compactação, menos detalhes do áudio ele consegue identificar. 

Afinal, qual deles as pessoas preferem?

A resposta dessa pergunta pode ter alguns pontos de vista. Por exemplo, se observarmos que vivemos em um mundo conectado e mais dinâmico, os arquivos digitais saem na frente, principalmente por causa da praticidade em transportá-los e ouvi-los no dia a dia. 

Muito embora essa seja uma comparação um tanto quanto injusta, porque não é possível carregar um vinil para ouvir no carro, certo? 

O que acontece é que, em função da correria do dia a dia, as pessoas não ouvem música, apenas escutam. Porque uma coisa é ligar o rádio de música no carro, durante o trajeto para o trabalho, ou seja, a canção toca enquanto você está envolvido com uma série de coisas. 

Uma coisa é parar para ouvir aquele álbum favorito e prestar atenção em cada detalhes como o timbre de voz do vocalista, o solo de guitarra, entre outros detalhes. 

Mas por que ainda existem tantos adeptos dos discos de vinil em meio a um mundo dominado por plataformas digitais? 

O vinil, além de trazer esse efeito retrô, cheio de nostalgia, ele cai como uma luva para quem gosta de apreciar uma boa música sem pressa, principalmente por causa do seu formato. 

Não se trata apenas de colocar o disco na vitrola e deixar rolar. Muitas vezes os amantes do vinil tem todo um ritual, que passa pela escolha de uma bebida que combine com a ocasião e até mesmo a luz adequada para o ambiente. 

Tudo para entrar no clima e fazer daquele instante um momento único para quem gosta de apreciar sua música favorita com o tempo de sobra que ela merece. 

Além disso, o vinil preserva a autenticidade da gravação, inclusive registrando tosses, espirros e vozes paralelas em meio às canções, passando a ideia de originalidade para quem ouve, fugindo um pouco da superficialidade dos produtos digitais. 

Outro ponto a se destacar é que os amantes do vinil sempre citam o chiado que é possível ouvir em meio às músicas. Segundo muitos deles, isso inclusive deixa os discos ainda mais especiais e agradáveis de ouvir. 

Porém, o que muitos não sabem é que esse ruído pode ser sujeira. Como assim? É verdade! Os discos de vinil possuem sulcos por onde a agulha passa para reproduzir o som. Neste contexto, é muito comum acumular sujeira nestes sulcos durante o uso, provocando esse característico chiado. 

Quem diria que alguns já chegaram a dizer que o vinil perdeu espaço, o fato é que ele continua encantando colecionadores, inclusive existem artistas que hoje lançam produtos especiais neste formato, encantando seus fãs. 

Conclusão

O intuito deste post é mostrar as peculiaridades dos discos de vinil e do CD, mas sem estabelecer uma rixa entre os que preferem um ou outro formato de áudio. 

A proposta é enfatizar as particularidades de cada um, destacando suas virtudes e defeitos dentro do atual contexto da indústria fonográfica. 

O fato é que cada um tem seus encantos. Por exemplo, o CD tem melhor qualidade sonora, mas não chega aos pés do groove dos bolachões. 

No que se refere ao aspecto de praticidade, aí não tem para ninguém. O MP3 e as atuais plataformas de streaming deixam todos eles para trás, pois estão mais conectadas com o perfil que as pessoas vivem hoje, pois podem ser acessadas em qualquer lugar. 

Curtiu o nosso post? Conhece alguém que tem vontade de saber curiosidades sobre o vinil e o CD? Aqui no ObaBlog, a gente sempre tem conteúdos interessantes sobre música, inclusive um contando a história dos toca-discos e vitrolas.

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