Chip de celular já não é novidade, né? Por isso, é natural sentir vergonha por não entender questões simples sobre essa tecnologia, mas óh… não se preocupe com isso mais!

No fim das contas, perguntar é de graça e se tem relação com um assunto desses, seguramente não ofende. Por isso, investigamos as dúvidas mais comuns sobre chip de celular para te ajudar a entender melhor sobre o assunto.

Siga em frente e boa leitura!

Para quê serve o chip de celular

O chip de celular, também conhecido como cartão SIM, é um módulo físico que serve para identificar uma linha de telefone ou um assinante; SIM é sigla para subscriber identity module.

Por meio do chip, a operadora consegue identificar quais serviços foram contratados para determinada linha e a quem o número pertence (ou em nome de quem está registrado).

Além disso, o chip de celular é o cérebro do seu telefone. Sem ele, não é possível fazer ou receber ligações e nem receber ou enviar mensagens de texto.

Por mais essencial que essa tecnologia seja para o funcionamento pleno de um celular, seus dias estão contados! Vamos falar disso a seguir.

Os tipos de chip de celular

Atualmente, existem três tipos de chip de celular mais comuns e um quarto que já chegou ao mercado, ainda que timidamente. ‘Bora’ entender melhor tudo isso?

Mini chip

O mini chip é o maior e o mais antigo de todos. Foi lançado lá em 1996 e, em geral, é encontrado em celulares mais antigos ou outros com preços mais acessíveis.

Micro chip

Por sua vez, o micro chip é considerado uma evolução do mini que foi lançado junto do iPhone 4. Apesar dessa ligação com o aparelho da Apple, o micro chip foi feito para qualquer marca de celular.

Sendo uma versão menor do anterior, surgiu em 2003 para ser utilizado em aparelhos smartphones que eram considerados tecnologicamente mais avançados.

Nano chip

Depois, em 2012, foi lançado o nano chip, o menorzinho de todos e que é usado nos smartphones “top de linha”.

O que difere os três tipos de chip de celular é, sobretudo, o tamanho. A diminuição não aconteceu sem motivo.

Atualmente, usamos os celulares como microcomputadores. Brincamos até que o aparelho faz uma série de coisas, inclusive ligação! Bom, para que tantas funcionalidades fossem possíveis, vários componentes precisaram ser inseridos nos smartphones.

Com isso, é preciso aproveitar bem o espaço disponível e isso nos levou a chips de celular cada vez menores.

e-SIM

O futuro já chegou; ao menos para alguns aparelhos como o iPhone XR, XS e XS Max. Alguns dos smartphones mais modernos do mercado seguem com “bandeja” para o chip convencional, mas já funcionam com chips virtuais.

O e-SIM é isso: um chip que já vem instalado e que não pode ser trocado facilmente. Espera-se que essa tecnologia substitua as outras no futuro, mas por ora segue restrita a poucos aparelhos.

A impossibilidade de remover ou trocar de chip facilmente parece um problema com o e-SIM, mas há vantagens como:

  • é possível mudar de plano ou operadora diretamente pelo celular, sem precisar ir até a loja ou comprar um chip pela internet;
  • permite a contratação de planos de uma operadora local em viagens internacionais, evitando tarifas elevadas;
  • em caso de perda ou roubo, a pessoa de posse do celular não conseguirá remover o chip para bloquear o mecanismo localizador.

Observação: ainda que alguns aparelhos já contem com o e-SIM, operadoras nacionais ainda podem estar em processo de adaptação para lidar com a tecnologia.

Chip triplo corte

Os smartphones evoluíram junto com os chips de celular. Isso significa que modelos mais novos costumam ter espaço apenas para nano chips, enquanto os já mais antigos só aceitam mini chips.

A princípio, isso pode não parecer uma questão com a qual se preocupar, mas pode ser preciso lidar com essa questão e aí você pode contar com o chip triplo corte.

Falamos de um chip adaptável para caber em qualquer aparelho, seja ele novo ou antigo.

Ao comprar o chip, a estrutura maior terá o tamanho de um mini chip. Se preciso for, você pode “cortá-lo” para que fique do tamanho de um micro chip ou de um nano chip.

Esse corte não requer nenhum tipo de tesoura. O plástico do chip já vem pronto para ser rompido nos locais certos para que você deixe seu chip de celular do tamanho ideal.

Adaptador de chip

Obviamente, o corte reduz o tamanho do chip, mas pode ser preciso fazer o oposto. Quando? Vamos a um exemplo.

Se você tiver um nano chip em mãos e, por algum motivo, precisar instalá-lo em um aparelho mais antigo, não vai conseguir… a menos que tenha um adaptador.

Um adaptador de chip é uma estrutura em que você encaixa um chip menor para aumentar seu tamanho e, assim, conseguir encaixá-lo no celular.

Como instalar um chip de celular

E já que mencionamos a instalação, vamos a algumas orientações básicas a esse respeito!

Aparelhos mais antigos demandam que a bateria seja retirada porque a bandeja ou local de encaixar o chip fica debaixo do lugar onde a bateria se encontra. Fazer isso é mais simples do que pode parecer!

Já os aparelhos mais novos sequer permitem que a bateria seja removida. Por isso, contam com uma “portinha” na lateral que serve de entrada para o chip. Em geral, o smartphone vai acompanhado de uma chavinha que abra essa porta.

Em todo caso, é preciso observar o desenho do local de encaixe para saber como posicionar o chip.

Você já deve ter notado que um chip de celular não é perfeitamente retangular, tendo uma pontinha cortada. Ao observar o local de encaixe, você vai saber como colocar o chip se orientando por essa pontinha diferente.

Conclusão

O chip de celular é uma tecnologia essencial para nós atualmente. Até mesmo quando e-SIM se tornar uma realidade para todos, ainda que não tenhamos a possibilidade de manusear os chips facilmente, eles seguirão presentes.

Esperamos que o post tenha sido útil. Lembre-se: não importa se a tecnologia é antiga ou nova, não existe pergunta que não possa ser feita por quem não quer nada além de aprender!

Ficou com alguma dúvida? Deixe seu comentário, quem sabe podemos ajudar um pouco mais!

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